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SEMINÁRIO DISCUTE FALTA DE ESTRUTURA E DE PROFISSIONAIS - Leia mais notícias no Clipping Cremern 28/09/2010
TRIBUNA DO NORTE SEMINÁRIO DISCUTE FALTA DE ESTRUTURA E DE PROFISSIONAIS Deficiência na estrutura de saúde e dificuldade para contratação de médicos são os principais problemas da saúde nos municípios do Rio Grande do Norte. E que trazem como consequência a superlotação do Hospital Walfredo Gurgel, para onde são encaminhados os pacientes que não são atendidos em seus municípios. Para se ter uma ideia, o município de Pendências -distante 203 km de capital – manda uma média de 40 pacientes/dia para serem atendidos em Natal, Mossoró e outros centros. “O município não deseja essa situação. Nós queremos estrutura e pessoal para atender os pacientes. Mas é difícil encontrar prestadores que queiram trabalhar no interior para ganhar o valor referente à tabela do Sistema Único de Saúde”, disse a secretária de saúde de Pendências e coordenadora do Colegiado de Gestão da Região de Saúde de Açu, Celeste Padilha. Essa situação não acontece apenas no Colegiado de Açu, mas em todas as outras sete regiões sanitárias do RN. E para reverter essa situação no SUS do Estado, que foi realizado o II Seminário de Regionalização da Saúde do Rio Grande do Norte. “Todo mundo sabe que Natal não suporta mais receber pacientes do interior. Percebemos que a regionalização do SUS é o caminho para um melhor atendimento. Desde 2009 estamos trabalhando nesse sentido, ainda estamos organizando todo o desenho da situação da saúde do RN. O novo é que estamos discutindo o problema de forma viva e percebendo onde é preciso agir”, explicou a coordenadora de Promoção a Saúde da Sesap, Celeste Rocha. Uma das ações propostas por essa regionalização do SUS é a criação de consórcios entre os municípios para que em cada um seja oferecido algum tipo de atendimento, de forma a assistir à população local, sem ter que encaminhar o paciente para Natal. Os oito colegiados regionais ainda estão se organizando para a formação do consórcio. Mas um deles, o da região de Currais Novos já está trazendo bons resultados para a população dos municípios que fazem parte da região. Um deles é o município de Acari, que envia cerca de 30 pacientes/mês para Natal. “Nós só enviamos os pacientes de média e alta complexidade, pois não temos como atendê-los na região. Os outros procedimentos são realizados em Acari ou em outros municípios, como Currais Novos que é o ‘pólo’ da região”, disse a secretária de saúde de Acari Carolline Galvão. De acordo com o assessor jurídico da Associação dos Municípios da Microrregião do Seridó Oriental, Caio Bezerra, o consórcio da região de Currais Novos deve estar totalmente regulamentado em janeiro de 2010. “Esse é um processo longo, mas valerá à pena porque com os resultados que estamos apresentando, Acari é um exemplo, a regionalização vai conseguir melhorar a saúde pública do RN”, disse Caio Bezerra. MAIS DE 80% JÁ TENTOU PARAR São Paulo (AE) - Mais de 80% dos 373 tabagistas em tratamento no Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) afirmaram já ter tentado parar de fumar ao menos uma vez na vida, segundo levantamento do órgão, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, com base em questionários aplicados nos pacientes. Entre aqueles que já tentaram parar de fumar, 87% não procuraram qualquer orientação médica e acabaram retornando ao vício tempos depois. Outros 27% dos pacientes que tentaram lagar o cigarro afirmaram ter usado algum tipo de medicação para reposição de nicotina, como pastilhas, gomas e adesivos. Outros 31% lançaram mão apenas da força de vontade e 29% disseram usar algum recurso, como folhetos educativos ou ingestão de alimentos para aliviar os sintomas. Segundo Stella Martins, diretora do Programa de Atenção ao Tabagista do Cratod, em média, o fumante começa a fumar aos 15 anos de idade, “às vezes até antes”, quando sua personalidade não está completamente formada e, por isso, desenvolve laços emocionais com o cigarro. Esta dependência psicológica é o maior desafio do tratamento, que quando não superada faz o tabagista voltar a fumar. “O cigarro tem relação direta com o surgimento de doenças pulmonares e vários tipos de câncer, como o de boca, pulmão e esôfago. Parar de fumar representa um passo importante para o combate a essas doenças e à dependência física e psicológica da nicotina”. Para avaliar os efeitos do tratamento de tabagistas, o Cratod realiza semanalmente aferição dos níveis de monóxido de carbono (monoximetria) em seus pacientes. Em média, na primeira sessão, efetuada no início do tratamento, a taxa é de 22,43 ppm (partícula por milhão), equivalente a um fumante pesado. Na quarta sessão, realizada após um mês de tratamento, este índice cai para 6 ppm, níveis iguais ao de uma pessoa não-fumante. BRASIL CUMPRE ÚLTIMA ETAPA PARA CERTIFICAÇÃO DE PAÍS LIVRE DO SARAMPO O Brasil é o primeiro país das Américas a entregar seu relatório para a certificação de eliminação do sarampo, além de apontar os avanços na interrupção da transmissão do vírus da rubéola e SRC (Sindrome da Rubéola Congênita). A solicitação e entrega do documento para a declaração de país livre da doença foi realizada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante a 50ª Reunião do Conselho Diretor da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) em Washington, Estados Unidos. Uma das mais antigas doenças do continente, o sarampo teve sua última transmissão sustentada dentro do território brasileiro em 2000. “O relatório para a certificação é o resultado de um esforço de inúmeros profissionais de saúde e mobilização da população para superar esse desafio”, disse o ministro. Por meio do Programa Nacional de Imunização e campanhas nacionais, a cobertura vacinal vem mantendo taxas acima de 95% de imunização das faixas etárias alvo contra a rubéola e o sarampo. Para assegurar a sustentabilidade desta conquista o Brasil conta com um sistema de vigilância efetivo para notificar e acompanhar essas doenças, além de identificar os casos importados de países que ainda mantem transmissão ativa, evitando assim a sua reintrodução. O Brasil realizou, em 2008, a maior campanha de vacinação contra a rubéola e Sindrome de Rubéola Congênita do mundo, ao imunizar 68 milhões de pessoas. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Rubéola ocorreu entre agosto e dezembro, alcançando cobertura vacinal acima de 95% nos grupos etários prioritários. Em função desse resultado, a expectativa é que o último caso da doença, remanescente de surtos, e de SRC devem ficar restritos até dezembro de 2009. Em 2008, foram registrados 2.201 casos de rubéola. No mes de dezembro desse ano foram registrados os últimos casos confirmados em dois estados: São Paulo e Pernambuco. A vacina contra o sarampo passou a ser utilizada no Brasil em meados da década de 1960, embora sem um plano de continuidade. A doença, introduzida pelos colonizadores na descoberta das Américas, era epidêmica e responsável por elevada mortalidade de crianças, em associação com a desnutrição. Entre 1969-1971 era a principal causa de mortalidade em crianças entre um e quatro anos de idade na América Latina, segundo estudo conduzido pela OPAS. Na década de 70, no Brasil, a letalidade era de 5% do infectados. A partir dos anos 90, a estratégia de vacinação ganhou reforço, alcançando coberturas acima de 95% na última década, com a adoção em todo o país da vacina triplice viral para crianças de um ano. O último caso autóctone de sarampo, relacionado a transmissão sustentada dentro do país, foi confirmado em 2000, no estado do Mato Grosso do Sul. Entre 2001 e 2009, houve confirmação de 67 casos de sarampo, todos relacionados a casos importados de outros países. O diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, explica que os recentes eventos de casos de sarampo no país também estão relacionados a casos importados. “Hoje, o aumento da sensibilidade e agilidade da vigilância epidemiológica, assim como o avanço tecnológico no diagnóstico laboratorial permitem detectar rapidamente esses eventos e identificar as características do vírus encontrado em cada amostra, indicando assim sua procedência”, disse. Neste ano, foram confirmados até o momento tres eventos relacionados a casos importados África do Sul e Europa. Entre 1998 e 2009, o número de casos confirmados de sarampo nas Américas diminuiu em 99%, passando de 135,9 mil para 11 casos, em 2009. Em 2010 outros países das Américas, como Estados Unidos, Canadá e Argentina, também apresentaram eventos relacionados a casos importados de países fora da região. Eduardo Hage destaca ainda para que a eliminação do sarampo seja mantida no Brasil e nas Américas, é fundamental que seja assumido um compromisso da erradicação global desta doença ainda nesta década. '' Em especial devemos aproveitar esta oportunidade, utiizando as mesmas estratégias para também eliminar a rubéola e a síndrome da ruboela congênita. Esta é a mensagem que levaremos na reunião com todos os paises das Américas no Conselho Diretor da OPAS.'' Fonte: Assessoria de imprensa DIÁRIO DE NATAL DIA DO IDOSO // UNIDADE DE SAÚDE PROMOVE EVENTO HOJE Acontece hoje no Parque das Dunas, das 14h às 17h, um encontro em celebração ao Dia Nacional do Idoso, voltado para o "Grupo da melhor idade em ação", no qual participam 60 idosos do conjunto Mirassol. No parque, serão realizadas diversas atividades, como apresentação de teatro, momento musical, gincanas, momentos religiosos e recreativos. O evento é uma iniciativa da Unidade Básica de Saúde (USB) de Mirassol, ligada à Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Segundo a Diretora da UBS de Mirassol, Márcia Maria da Costa Barreto, "existe uma programação feita pela a equipe de profissionais de saúde que, a cada mês, faz um trabalho contínuo de orientação a esses idosos, com palestras e acompanhamento da saúde deles, inclusive verificando a pressão sanguínea", explica. O "Grupo da melhor idade em ação" existe há dois anos e é aberto ao público. Para participar do projeto o idoso pode comparecer à Unidade Básica, na Rua das Violetas, S/N, no conjunto Mirassol, e realizara inscrição. A equipe do projeto é formada por seis funcinonários da UBS, dentre assistente social, enfermeira, ginecologista, técnica em enfermagem, nutricionista e psicóloga. Saiba mais O dia comemorativo ao idoso foi criado em 27 de setembro de 1999, no Brasil, pela Comissão de Educação do Senado Federal. Segundo dados do IBGE, no Rio Grande do Norte havia 331 mil pessoas idosas em 2009, ou seja, 10,4% do total da população do Estado. Desse total, a maioria (45,7%) não possuía instrução e 18,9% possuíam de um a três anos de estudo. ATENDIMENTO À POPULAÇÃO DA TERCEIRA IDADE AINDA É INSATISFATÓRIO Ontem (27) foi o Dia Nacional do Idoso. Em Mossoró, a programação voltada para o público mais velho começou também nessa segunda-feira e vai até o final do outubro. São atividades, palestras, caminhadas: tudo para proporcionar uma melhor qualidade de vida à faixa etária que mais cresce no mundo todo. Na cidade, no entanto, ainda falta muito para que a sociedade esteja preparada para o acelerado envelhecimento da população. "As condições atuais são preocupantes. No país, em geral, a situação é de despreparo. Evidentemente, Mossoró acompanha o quadro nacional de atraso no atendimento a pessoas com idade mais avançada", diz o geriatra Lázaro Medeiros. Ele destaca principalmente a falta de tratamentos específicos para pessoas idosas. "Aqui praticamente não há atendimentos voltados especificamente para esse público. Para mim, as melhoras na cidade ocorrem, claro, mas poderiam ser mais rápidas e mais amplas, porque do jeito que está, não correspondem à demanda", opina. As projeções da OMS - Organização Mundial da Saúde - indicam: em vinte anos, a quantidade de pessoas com mais de cem anos devem aumentar em quinze vezes. Dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - mostram que o Estado acompanha, embora com moderação, esse ritmo de crescimento. No Censo de 1991, potiguares com mais de 60 anos eram 8,2% da população; em 2000, foi para 9% e, em 2007, chegou a 9,87%. Neste último Censo, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social, Mossoró estava acima da média estadual: aproximadamente 12% dos mossoroenses eram idosos. O grande Alto de São Manoel é o bairro campeão em se tratando da quantidade de pessoas acima de 65 anos. Depois vem o Santo Antônio e, por último, o bairro Pereiros - que está incluindo no Alto da Conceição. Para Valeska Christiny, coordenadora de proteção social, a principal cidade do Oeste deve ficar ainda mais atenta, porque o crescimento por aqui também deve superar, no Censo 2010, a média estadual. Enquanto nos últimos dez anos o Rio Grande do Norte teve, em números absolutos, um aumento de quase 100 mil idosos, a coordenadora acredita que, de 2007 a 2010 - apenas três anos - o acréscimo, em Mossoró, é de pelo menos 10 mil pessoas. "Tínhamos 16 mil idosos em 2007. A expectativa deste ano, quando o mapeamento acabar, é de que devemos ter uns 26 mil idosos. Sei disso pela crescente demanda que temos nos serviços de atendimento ao idoso, todos sempre lotados". Quanto às melhoras no atendimento público à população na terceira idade, Valeska é otimista. Ela acredita que a prestação de serviços chegará a todos os bairros da cidade, com o recente acréscimo de nove CRASs - Centros de Referência de Assistência Social -, que, apesar de não ser um local específico de atendimento ao idoso, presta assistência a essas pessoas. "Mossoró agora terá catorze CRAS, então poderemos fazer um atendimento de ponta a ponta da cidade, inclusive com medidas específicas para o idoso", garante. Na cidade, o Instituto Amantino Câmara há mais de 60 anos abriga pessoas da terceira idade que não têm capacidade de se cuidar sozinhas e que não têm ninguém para auxiliar. Os trabalhos e a estrutura física ainda precisam melhorar, mas a administradora do local, Francisca Fernandes Barreto, mais conhecida como "Chica Boa", não reclama. "Graças a Deus, a população mossoroense é caridosa. As doações chegam em quantidades satisfatórias e, quando precisamos, a sociedade sempre ajuda". De acordo com "Chica", o que o instituto precisa agora é dinheiro para acabar a reforma da cozinha, mas, mesmo assim, afirma que os idosos do local vivem bem. "Claro que ninguém quer ficar num abrigo, porque sempre é melhor ter sua casa, uma família para cuidar. Mas cuidamos bem de quem precisa de nós", diz. Atualmente, o abrigo atende a 53 pessoas. "Mas há mais 118 na lista, para entrar aqui". Se ela tem medo que os recursos sejam insuficientes? "De jeito nenhum. Mossoró nunca abandonou o instituto. Todos ajudam: juízes, promotores, políticos". E a administradora, que trabalha no Amantino Câmara há vinte anos, reforça: "O grande auxiliar nessas horas é a família. Pode haver hospital, abrigo, programas. Sem o apoio da família, no entanto, não há situação que dê jeito". Semana nacional do idoso A Programação da Prefeitura começou ontem (27) no Centro Geriátrico, com a palestra "Valorização da Pessoa Idosa". Hoje (28), no mesmo local, às 15h, haverá outra palestra: "Intolerância com o idoso". Depois segue, ainda nesta terça-feira, com o dia de beleza e a tarde de alegria, no CRAS do bairro Santo Antônio. Até o fim da semana, a programação continua nesses mesmos locais e mais o CRAS do Sumaré, à tarde, com cursos de beleza e gincanas. HOSPITAL REGIONAL TARCÍSIO MAIA FICA SEM ANESTESISTA NO ÚLTIMO DOMINGO Familiares de pacientes que buscaram atendimento do último domingo (26), no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) denunciam que ausência de anestesista de plantão impossibilitou intervenção cirúrgica, culminando com o óbito de uma mulher que precisava de atendimento urgente. De acordo com familiares do paciente, que preferem não se identificar, após sofrer um acidente de moto, o rapaz foi encaminhado para o Hospital Tarcísio Maia em estado grave. Entretanto, após três horas de espera o paciente foi remanejado por meio de uma ambulância particular para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, devido à falta de anestesista de plantão. "Ele passou pela avaliação do neurologista de plantão no HRTM, que constatou a necessidade imediata de uma cirurgia, no entanto, a intervenção cirúrgica não foi realizada, pois não havia anestesista. Depois de uma longa espera, conseguimos uma ambulância particular para realizar a transferência. Chegando a Natal, a operação foi feita, mas outro problema surgiu, dessa vez a carência de leitos de Unidade de Terapia Intensiva, UTI, comprometeu o acolhimento", revela. Em outro caso, para familiares de Marília Gabriela Barros, 32 anos, a precariedade do atendimento de urgência do HRTM culminou na morte dela, principalmente pelo fato de o hospital não dispor de anestesiologista de plantão. "Minha filha chegou com o estado de saúde gravíssimo, precisava de cirurgia imediatamente. Porém, nada foi feito, pois não tinha um anestesista no momento", desabafa. O anestesista Ronaldo Fixina confirmou que no plantão do último domingo não havia profissionais de anestesiologia no Tarcísio Maia. Segundo ele, um profissional teve um problema cardiológico grave, tendo que se ausentar da função, comprometendo assim a escala de plantões. "Um colega nosso teve infarto, por isso está de atestado. Alguns plantões foram supridos por outros anestesistas, mas o expediente de ontem (domingo) não tinha um profissional para substituir. Em Mossoró, apenas dois anestesistas permanecem de plantão, um na Casa de Saúde Dix-sept Rosado e outro no HRTM. E em ambos estabelecimentos hospitalares existe uma demanda grande de atendimentos que precisam de anestesistas", explica Fixina. Já o diretor do Hospital Tarcísio Maia, Marcelo Duarte, desconhece a falta de anestesista relatada por familiares dos pacientes; em relação aos casos citados, ele concede a seguinte explicação: "Essa paciente que faleceu, chegou com várias fraturas graves, com isso, ela não resistiu, vindo a óbito antes de chegar ao centro cirúrgico. Já o rapaz não recebeu atendimento imediato, pois no mesmo horário outra cirurgia em um paciente em estado mais grave estava sendo realizada", afirmou o diretor. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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