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GREVE DE MÉDICOS É CONSIDERADA ILEGAL - Leia mais notícias no Clipping Cremern 21/09/2010
TRIBUNA DO NORTE GREVE DE MÉDICOS É CONSIDERADA ILEGAL A desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, Maria Zeneide Bezerra, acolheu ontem o pedido da prefeita Micarla de Sousa para declarar a ilegalidade da greve dos médicos e considerou, em caráter provisório, “a abusividade do movimento grevista”. Para embasar a decisão, a desembargadora Zeneide Bezerra levou em conta o conflito de princípios referentes a uma justa remuneração e greve, e o direito à saúde, que deve ser prestigiado, “já que se trata de uma atividade essencial à coletividade”. Na sentença, a desembargadora determina ao Sindicato dos Médicos do Estado do Rio Grande do Norte (Sinmed), que oriente o retorno, imediato, dos médicos às suas atividades profissionais. Além disso, vai notificar ao Sinmed para que “se abstenha da prática de qualquer ato que obstaculize” o cumprimento da decisão judicial, sob pena de multa diária no valor de R$ 1000,00. O presidente do Sinmed considerou “uma falta de respeito à dignidade humana a decisão judicial, porque são 41 equipes de Saúde sem um médico, além das estruturas precárias das unidades e hospitais”, disparou Geraldo Ferreira. “Não temos o conhecimento do teor da decisão, mas já pedimos para nossa assessoria jurídica iniciar o estudo para recorrer da decisão”, garantiu Geraldo Ferreira. A proposta enviada pelo Município foi considerada um retrocesso pelo Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte, de acordo com avaliação de Geraldo Ferreira, presidente da entidade. Nos postos de saúde e ambulatórios, a greve continua dificultando o cotidiano da população, já que somente os casos de urgência e emergência estão sendo atendidos. A nova proposta da Prefeitura retira da pauta, de acordo com Geraldo Ferreira, a Gratificação por Atividade Médica, que iria ser adicionada ao salário-base junto de uma outra gratificação por especialidade. Exemplo: gratificação para médico do SAMU, do PSF, das urgências, etc. O que a Prefeitura propõe é implantar somente a Gratificação por especialidade. “É um retrocesso nas negociações, tendo em vista que os médicos já haviam feito concessões em troca dessa gratificação. Praticamente destruiu-se as bases do que estava sendo negociado”, diz Geraldo. Enquanto a Prefeitura e o Sindicato discutem os possíveis avanços com relação ao Plano de Cargos, Carreira e Salário dos médicos, a população sofre com a parcial paralisação do serviço de ambulatório. Como as grandes urgências continuam sendo atendidas durante a greve, é no atendimento às consultas marcadas que a falta de médicos se torna mais evidente. Os poucos médicos com contratos temporários amenizam a carência, mas não conseguem dar conta de toda a demanda. Hilda Francisca Carvalho, de 50 anos, estava ontem pela manhã no pronto-atendimento de Cidade da Esperança à procura de uma receita para o filho, que sofre de problemas mentais. Era a quinta vez que procurava atendimento. Sem o atendimento médico, ela não tem como conseguir a receita necessária. “Esse remédio é tarja-preta, o meu filho não pode parar de tomar”, diz Hilda. Nem mesmo no Hospital João Machado, especialista em psiquiatria, ela conseguiu ser atendida. Em situação semelhante estava Girllane Carla, de 25 anos. Ontem pela manhã, Girllane procurava em um das unidades de Cidade Satélite alguém para trocar a sonda do primo. Médicos e funcionários estavam em greve, sendo, que como não havia médicos na escala, até mesmo as urgências estavam descobertas. “Consegui a promessa de uma enfermeira de que iria trocar a sonda, mas lá no ambulatório não tinha catéter”, diz. Os usuários da Zona Oeste tem sido particularmente afetados. Enquanto na Zona Norte e Leste, há serviços com profissionais terceirizados – UPA e Hospital dos Pescadores – a Zona Oeste está descoberta. Em Cidade Satélite e Cidade da Esperança ontem, não havia médicos nem mesmo na escala. Ou seja: até mesmo as urgências precisariam ser desviadas para encontrar atendimento. DIÁRIO DE NATAL MAIS CEDO DO QUE SE IMAGINA Ao contrário da percepção popular, a esclerose surge, normalmente, entre os 20 e os 40 anos Não existem estudos que revelem com exatidão a incidência da esclerose múltipla (EM) no Brasil. Neurologistas estimam que a doença atinja entre 40 mil e 50 mil pessoas no país. O problema é praticamente desconhecido entre os brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que, para 70% deles, a doença neurológica que costuma acometer homens e mulheres na fase mais produtiva da vida - entre 20 e 40 anos -, ainda é confundida com demência, mazela que compromete pessoas em idade avançada e é caracterizada pela perda progressiva de memória. O desconhecimento também permeia os profissionais de saúde. A maioria deles acaba menosprezando sintomas, fato que posterga o diagnóstico e impede maior controle da EM. Considerada pela medicina - ao contrário da percepção popular - uma doença de jovens, a esclerose múltipla afeta o sistema nervoso central. Em casos mais raros, o mal também atinge crianças. A causa ainda é desconhecida, mas sabe-se que infecções oportunistas, assim como a falta de exposiçãosolar e o tabagismo, são importantes gatilhos. De acordo com o neurologista Éber de Castro, a EM nada tem em comum com a demência. No caso da esclerose múltipla, o sistema imunológico sofre uma espécie de pane e, em vez de combater corpos nocivos, passa a atacar o próprio organismo, em especial a mielina. "Fazendo uma comparação simples, a mielina é uma estrutura que envolve os neurônios. Ela encapa os nervos, é uma espécie de proteção semelhante àquela dos fios condutores de eletricidade", detalha o médico. Sem a bainha de mielina, os neurônios são expostos e a transmissão dos impulsos nervosos fica comprometida. A pessoa, então, passa a ter o que os neurologistas denominam de surtos, que se manifestam em forma de formigamentos, dormências nos braços e nas pernas, alterações visuais, desequilíbrio, perda da força, urgência urinária e comprometimento cognitivo. Com o tempo, se os surtos não forem controlados, acabam gerando incapacidade física. Cegueira Um quadro comum da esclerose é a pessoa amanhecer praticamente cega. Isso ocorre quando a mielina do nervo do olho sofre a destruição, impedindo que o indivíduo enxergue por algum tempo. "Passadas umas três semanas, o organismo reconstrói a mielina e a pessoa recupera a visão. A qualidade da proteção dos neurônios, porém, não é a mesma", lamenta o especialista. Os surtos duram mais de 24 horas, podem ser espaçados ou simultâneos, comprometendo outras funções, sempre dependendo do nervo afetado pela doença. O saldo são as sequelas. O aposentado Renato Cevenini Salvador Ramos, 59 anos, define a EM como uma "doença sutil". Ele lembra que sentiu os primeiros sintomas há pelo menos duas décadas. O diagnóstico, porém, foi feito apenas há um ano e meio. Ativo e ligado ao esporte, ele corria de sete a 10 quilômetros por dia. "Lembro de algumas vezes sentir uma limitação na perna direita, mas achava que havia exagerado no esforço. Cansei de ouvir de médicos que eu não tinha nada. Só me dei conta de que algo estava realmente errado quando as limitações aumentaram", conta. Para enfrentar a doença, Renato buscou informações e tratou de se adaptar às dificuldades que foram surgindo. CLIMA FRIO É PROPÍCIO A DOENÇA A esclerose múltipla é mais frequente em países mais frios. Estudos revelam que, nos Estados Unidos, pelo menos 400 mil pessoas sofrem com o mal. "Há uma interação da doença com o meio ambiente, que ainda não sabemos explicar muito bem. Ao que parece, a chance de desenvolvê-la é maior em localidades nas quais os dias são mais curtos e a exposição solar é menor", revela. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar a progressão da doença, porque o tratamento evita os surtos. É justamente a maior frequência deles que promove o agravamento da EM. De acordo com o neurologista Rodrigo Barbosa Thomaz, do Centro de Atendimento e Tratamento da Esclerose Múltipla da Santa Casa de São Paulo, infelizmente os paciente peregrinam por muitos especialistas antes de terem o diagnóstico confirmado. "Alguns médicos prescrevem drogas contra labirintite. Outros indicam terapias contra o estresse para pacientes que sentem formigamento. Infelizmente, essa é a história da maioria dos doentes", pondera. As medicações minimizam ossurtos, mas não os eliminam. Em cerca de 85% dos casos, a evolução é lenta quando o paciente é medicado, mas os 15% restantes evoluem para a cadeira de rodas em um ano. O tratamento é feito por meio de injeções periódicas e baseado em imunomoduladores, proteínas que regulam a entrada de leucócitos no sistema nervoso central, bloqueando as inflamações, e corticoides. "A estratégia de combate depende do caso. É extremamente importante que o tratamento medicamentoso seja feito paralelamente a terapias complementares. Uma equipe multidisciplinar, composta por fisioterapeuta, nutricionista, neuropsicólogos, enfermeiros, fonoaudiólogos e o que for necessário para garantir a qualidade de vida do paciente, é fundamental", considera Thomaz. A professora Rita de Cássia Sussuarana, 41 anos, teve praticamente todos os sintomas ao longo dos últimos 10 anos. Eram manifestações que iam e vinham. No ano passado, ela passou a cair com frequência, sem motivo aparente. O diagnóstico foi feito graças a um ortopedista que tratouum problema do joelho e investigou o motivo da demora na resposta ao tratamento proposto. "Não sei o que seria de mim sem minha filha e meus pais. Mesmo medicada, ainda tenho surtos. Às vezes, segurar um copo é uma tarefa difícil", relata. Rita de Cássia também tem encontrado alento na acupuntura."Tenho sorte, muitos pacientes não têm os mesmos recursos. Precisamos ter a certeza de que não estamos sozinhos", explica a professora. Especialistas estão otimistas em relação aos avanços das drogas. A expectativa é que, ainda no decorrer deste mês, seja aprovado nos Estados Unidos um medicamento oral contra a EM. "Aos poucos, as drogas são melhoradas e provocam menos efeitos colaterais. Hoje, os pacientes ainda sentem muito cansaço e calafrios depois das injeções. É como se estivessem gripados", pondera. Saiba mais A esclerose múltipla é uma doença que atinge o sistema nervoso central, de caráter inflamatório e neurodegenerativo, promovendo a incapacidade neurológica progressiva na maioria dos indivíduos afetados. Fatores envolvidos A esclerose múltipla está relacionada à destruição da bainha de mielina, membrana que envolve e isola as fibras nervosas responsáveis pela condução dos impulsos elétricos no cérebro e medula espinhal. A doença surge de uma alteração no sistema imunológico, onde as células de defesa não reconhecem a bainha de mielina Causas O fator que desencadeia essa alteração ainda é desconhecido, mas sabe-se que o paciente nasce com uma predisposição genética e que alguns fatores ambientais, como exposição solar, tabagismo e determinados vírus, funcionam como "gatilhos" da doença Primeiros sinais - Das manifestações clínicas iniciais, 46% são sinais e sintomas medulares - fraqueza das pernas, dormências, disfunção sexual e incontinência urinária - Em cerca de 21% dos pacientes a doença se manifesta primeiramente com quadro de neurite óptica e 10% com síndromes de tronco cerebral (visão dupla, desequilíbrio, tonturas e falta de coordenação motora) - 23% apresentam uma combinação dos sintomas Sintomas As manifestações mais comuns são: - Fadiga - Tremor - Dormência - Formigamentos - Vertigens - Dor na mastigação - Paralisia facial - Falta de coordenação motora - Neurite óptica (inflamação do nervo óptico), que provoca diminuição do campo visual - Incontinência ou retenção fecal ou urinária - Perda progressiva da capacidade de andar Dados - Doença mais comum do sistema nervoso central, afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas no mundo - É a causa mais frequente de incapacidade neurológica adquirida em adultos jovens - Estudos demonstram que 20 a 25 anos após o diagnóstico, quase 90% dos pacientes com EM terão incapacidade grave, precisando de algum apoio para andar - Em 85% dos pacientes, o quadro clínico se inicia sob a forma de um surto JUSTIÇA DIZ QUE GREVE DOS MÉDICOS EM NATAL É ILEGAL Contudo, Sinmed-RN confirmou que movimento grevista está dentro da lei e deve recorrer da decisão A desembargadora Maria Zeneide Bezerra do Tribunal de Justiça do RN deferiu na noite dessta segunda-feira, 20, o pedido de ilegalidade da greve dos médicos da saúde municipal, ajuizado pela Procuradoria Geral do Município na última sexta-feira, após fiscalizações que apontaram que em algumas unidades de saúde não estava sendo respeitado o mínimo efetivo de 30% exigido pela Lei de Greve, entre outras irregularidades apontadas pelo município. De acordo com a sentença da desembargadora, os médicos devem voltar imediatamente as atividades sob pena de multa diária de R$ 1mil em caso de descumprimento pelo Sindicato dos Médicos (Sinmed-RN). Os médicos entraram em greve há 16 dias, segundo o presidente do Sinmed-RN, Geraldo Ferreira, o movimento grevista está totalmente dentro da lei e a assessoria jurídica do sindicato irá recorrer da decisão judicial. "Ainda não fomos notificados oficialmente, mas o nossos advogados já estão providenciando a documentação para recorrer na Justiça. Até lá a greve está mantida", afirmou Geraldo Ferreira. Antes de sair a decisão na tarde desta segunda-feira, a prefeitura havia encaminhado uma contraproposta de negociação da greve que será analisada na assembléia na categoria que será realizada a partir das 19h, que também abordará os encaminhamentos da greve após a decisão judicial de ilegalidade. GAZETA DO OESTE NOVO MÉTODO DE COMBATE À TUBERCULOSE PRETENDE REDUZIR ABANDONO DO TRATAMENTO PELOS DOENTES Começou ontem (20) e vai até quinta-feira (23) o treinamento para o novo método de combate à tuberculose no município. A ação pretende acabar com o alto número de casos de abandono do tratamento, principal responsável pelo aumento da doença no país. Quem ministra as palestras e as aulas práticas é a coordenadora do programa no Estado, Marta Lins. Mossoró está entre os três municípios do Rio Grande do Norte em que o número de casos é mais elevado. Junto a Natal e Parnamirim, representa 59,1% dos casos de tuberculose no RN. Em 2009, foram 533 casos para Natal, 108 para Mossoró e 86 para Parnamirim. No Estado, o número total foi de 1.229 casos de tuberculose do Estado. A responsável pelo Programa de Combate à Tuberculose na II Ursap - Unidade Regional de Saúde -, Cícera Dantas, explica a importância da mudança, embora enfatize que a população ainda precisa contribuir. "Os remédios terão uma ação mais intensiva e mais ampla, mas o tratamento continua com a mesma duração: seis meses". Segundo a enfermeira, a diferença é que, agora, o perigo da doença se desenvolver é menor. O tratamento é dividido em duas fases: uma de dois meses e outra de quatro. Antes, na primeira, o paciente tomava de duas a quatro doses de remédios; agora, será apenas uma, com as mesmas substâncias das anteriores, e com o acréscimo de outra: etamentol, usada mais comumente na segunda etapa. "Assim é mais difícil não terminar o tratamento, porque a quantidade de remédios será menor", diz Cícera. "Mas ainda é imprescindível que as pessoas tenham consciência de continuar o tratamento até o fim, durante os seis meses". O medicamento é a principal aposta do Programa Nacional de Controle da Tuberculose. Por isso, funcionários de hospitais públicos do interior do Estado também estão sendo treinados. Nos primeiros dois dias, farão o treinamento dos agentes de saúde dos 26 municípios do Oeste Potiguar, que recebem atendimento pela II Ursap. Nos últimos dias, apenas os agentes de Mossoró. Participarão os servidores dos hospitais Tarcísio Maia e Rafael Fernandes e estudantes da Faculdade de Medicina e Enfermagem da Uern e da UnP. O MOSSOROENSE NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA DEVERÁ SE CONSTITUIR EM REALIDADE ATÉ O ANO DE 2011 ASSÚ - O fomento às ações que têm por finalidade fortalecer mais ainda o aparelho de saúde pública municipal de modo a se refletir num salto de qualidade na prestação de serviços à população observará mais um estágio na administração municipal. É o que antecipa o secretário municipal de Saúde, Jader Torquato do Rego Neto. Salientou que existe uma recomendação do prefeito Ivan Lopes Júnior (PP) no sentido de buscar sempre aperfeiçoar a excelência do setor. Jader Torquato disse que, com este foco, a gestão municipal, visando apoiar a inserção da Estratégia de Saúde da Família na rede de serviços, garantindo a continuidade da integralidade da atenção, será criado o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). Contou que já foi firmado o convênio com este fim, com o Ministério da Saúde. A expectativa agora é quanto à chegada dos recursos financeiros para a efetiva implantação do Núcleo. O secretário disse que o NASF é entendido como uma potente estratégia para ampliar a abrangência e a diversidade das ações do PSF, bem como sua resolubilidade, uma vez que promove a criação de espaços para a produção de novos conhecimentos e expansão dos trabalhos clínicos. Disse que o Núcleo possui como metodologia o apoio matricial para atuarem em parceria com os profissionais do PSF, compartilhando as práticas em saúde nos territórios sob responsabilidade do PSF no qual o NASF será cadastrado. DIVISÃO O NASF está dividido em oito áreas estratégicas: atividade física/práticas corporais; práticas integrativas e complementares; reabilitação; alimentação e nutrição; saúde mental; serviço social; saúde da criança/adolescente/adulto jovem; saúde da mulher e assistência farmacêutica. Podem compor as equipes: Assistente Social; Educador Físico; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Médico Acupunturista; Médico Ginecologista; Médico Homeopata; Médico Pediatra; Médico Psiquiatra; Nutricionista; Psicólogo e Terapeuta Ocupacional. CORREIO DA TARDE PARCERIA QUE DEU CERTO NO ANO PASSADO SERÁ REPETIDA EM 2010 Firmar uma parceria para combater e prevenir a proliferação da dengue em Natal. Foi este o objetivo da reunião entre a prefeita do Natal, Micarla de Sousa, e representantes das Forças Armadas que atuam na capital potiguar. O encontro foi realizado ontem no gabinete da Secretaria Municipal de Planejamento (Sempla). No encontro, a chefe do executivo municipal ressaltou que esta parceria com as forças armadas na luta contra a dengue já foi realizada, com sucesso, em 2009, quando durante uma semana foram mobilizados 374 agentes de endemias de campo, 40 militares do Exército, 18 garis, além do envolvimento direto dos profissionais de saúde de 82 Unidades da rede básica de atendimento. Nesse período, 160 terrenos baldios foram vistoriados e limpos, assim como canteiros centrais e cemitérios da cidade. Já a Vigilância Sanitária, outra aliada no combate ao mosquito, percorreu 50 estabelecimentos comerciais nas áreas de alimentos, medicamentos e serviços de saúde e atendeu 16 denúncias. Durante a reunião, estiveram presentes o secretário municipal de Saúde (SMS), Thiago Trindade, o comandante do 3º Distrito Naval em Natal, vice-almirante Ailton Teixeira Pinho Filho, em nome da Marinha e o tenente coronel Alexandre Moreno dos Santos, em nome do Exército, representando o comandante da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, general de brigada Fernando Maurício Duarte Melo. Também participaram a tenente Andreza Gomes, em nome da Aeronáutica, representando o comandante da Base Aérea de Natal, tenente coronel Dias Gomes, além do coordenador estadual dos Desbravadores, Erinaldo Costa da Silva. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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