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FAMÍLIA DENUNCIA DEMORA NA REALIZAÇÃO DE EXAMES - Leia mais notícias no Clipping Cremern 22/07/2010
TRIBUNA DO NORTE FAMÍLIA DENUNCIA DEMORA NA REALIZAÇÃO DE EXAMES A dificuldade em realizar exames de alta complexidade em Natal resultou na morte do senhor José Vicente Simplício de 96 anos. Com suspeita de ter câncer de próstata, a família percorreu diversas unidades de saúde, desde o início do ano, para tentar dar início ao tratamento, mas o paciente faleceu dois dias após o resultado. A ‘via crucis’ da família começou no posto de saúde de Igapó, local em que foram encaminhados para a Secretaria de Saúde, com a finalidade de marcar uma consulta em outra unidade, mais especializada. Maria Roseane de Lima, filha do paciente, conseguiu a marcação para o Hospital Onofre Lopes, mas no primeiro atendimento foi surpreendida com a notícia, do médico, que deveria levar seu pai para casa, pois o caso seria terminal e não havia mais condições de tratamento. “Fiquei muito triste com isso, mas o o meu pai precisava de cuidados médicos, não poderia ver o sofrimento dele, sem fazer nada”. Inconformada, Roseane levou seu pai para casa e continuou a procura de atendimento, chegou a solicitar uma consulta com o médico do PSF de Igapó, e este, receitou apenas medicamentos para pressão. Por perceber que o caso era grave, devido às complicações físicas que seu pai passou a apresentar, como dificuldade para andar, comer, além das fortes dores, Roseane resolveu se dirigir novamente ao Onofre Lopes. “O médico que nos atendeu a segunda vez, encaminhou para fazer alguns exames, um deles uma citologia óssea para ver se havia metástase. O resultado foi positivo, então foi solicitada uma biopsia, na próstata, a ser realizada na Liga. O exame foi feito no dia 10 de julho, com previsão para estar pronto em 10 dias, mas o meu pai faleceu no último domingo, 18”. Roseane disse que chamou o Samu no domingo, quando percebeu que seu pai estava com dificuldades para respirar. O último atendimento ocorreu no hospital Santa Catarina. O paciente foi colocado na urgência e os aparelhos que medem pressão, respiração e batimentos cardíacos foram ligados, mas chegou a óbito no mesmo dia. Ela disse que no hospital Santa Catarina só existia uma enfermeira e um médico para atender os paciente. Quando a pressão de seu pai começou a baixar correu para chamar a enfermeira que estava socorrendo outro paciente. “Nesse momento a enfermeira chamou o médico que ligou o aparelho de respiração (o que liga até o pulmão), no meu pai, mas faleceu 40 minutos depois, ainda ajudei a retirar os aparelhos”, conta. Procedimentos feitos pela Liga O superintendente da Liga, Roberto Sales, disse que José Vicente era paciente do Onofre Lopes e a Liga apenas recebeu uma solicitação de biopsia. “O exame foi realizado, ele não tinha câncer de próstata, cumprimos nosso papel, mas o tratamento deveria ter sido realizado no hospital de origem”. Sales disse que a Liga recebe pacientes de todo o estado, aqueles que estão com diagnóstico de câncer ou suspeita, mas precisa existir o encaminhamento do médico, o que não ocorreu nesse caso. “O paciente deveria ter outro problema de saúde, talvez tivesse câncer, mas não o de próstata. O Onofre Lopes também trata de pacientes com câncer, pode fazer quimioterapia e as cirurgias de que os pacientes necessitam. Somente a radioterapia é um tratamento exclusivo da Liga. O resultado da biopsia, entregue à filha do paciente na última sexta-feira, 19, traz como resultado ‘neoplasia da próstata’, no dicionário Aurélio é uma espécie de tumor benigno ou maligno. De acordo com o superintendente da Liga, esse resultado é negativo para o câncer. A administradora do Onofre Lopes disse que não recebeu nenhuma reclamação da família e que o hospital não é credenciado para tratar pacientes com câncer. “Fazemos o tratamento, mas não recebemos por isso, os hospitais credenciados são: o do Coração, Natal Hospital Center, Varela Santiago e a Liga”. Cláudia Barreto, auditora da Secretaria de Saúde de Natal, disse que não existe nenhuma ocorrência sobre o caso, mas que a alegação de não existir pagamento no Onofre Lopes. para o tratamento de pessoas com câncer, não corresponde à realidade. “Todos os procedimentos são pagos, existe uma comissão formada por servidores da Secretaria de Saúde e do Onofre Lopes, que avalia a cada três meses, a necessidade de aumentar ou diminuir o repasse desses recursos. Questionado sobre a demora no tratamento, a administradora do Onofre Lopes, disse que iria averiguar o caso, analisando a ficha de atendimento dele, mas até o fechamento dessa reportagem, não obtemos informações. ONU MUDA TÁTICA PARA ENFRENTAMENTO DA AIDS Genebra - O publicitário Nizan Guanaes ganhou fama criando estratégias de comunicação para vender produtos e até mesmo promover o Brasil pelo mundo. Agora, enfrentará talvez o maior desafio: transformar a mensagem da ONU para começar a vencer a guerra contra a aids, que ainda contamina 7 mil pessoas por dia no planeta. Guanaes foi escolhido para fazer parte de uma comissão de personalidades com a meta de promover programas de prevenção contra o vírus HIV. Além de Guanaes, estarão na comissão o arcebispo Desmond Tutu, ganhador do Prêmio Nobel da Paz; a descobridora do vírus HIV e prêmio Nobel de Medicina, Francoise Barré-Sinoussi; o ex-presidente da França, Jacques Chirac; a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet; o fundador do Facebook, Chris Hughes, e o ex-astro do basquete, Magic Johnson. Nos últimos 30 anos, a aids fez 25 milhões de mortos e ainda contamina 2,7 milhões de pessoas por ano. Se o acesso a remédios é essencial para frear a epidemia, a constatação é de que uma forte campanha de prevenção é a única forma de lidar com a crise de forma sustentável. A Aliança Internacional HIV/Aids alertou que o custo anual de combate à epidemia poderia chegar a US$ 35 bilhões em 2030 se os governos não investirem corretamente em medidas de prevenção. “Essa é uma bomba relógio. Para cada duas pessoas que recebem tratamento, cinco outras são contaminadas”, disse Barré-Sinoussi “A curva ascendente da epidemia não pode ser parada sem um compromisso global de medidas de prevenção e tratamento”, afirmou a cientista. A meta é que a comissão indique uma forma de mudar a mensagem para reforçar a ideia da prevenção nas políticas públicas e para convencer a opinião pública. “A única forma de ser curado da aids é não ser infectado por ela Pelo bem do nosso futuro, temos que adotar uma meta de acabar com as novas infecções”, disse Desmond Tutu. O temor da ONU é de que a mensagem de prevenção não esteja chegando de forma eficiente nos países mais pobres, que questões religiosas e morais continuem sendo obstáculos e que governos focalizem suas prioridades em comprar apenas remédios. Já nos países ricos, o temor é de que a ideia de que o acesso aos remédios é uma realidade e a sensação de que a doença apenas afeta os países pobres possam fazer com que o comportamento de jovens seja propício à volta de uma taxa elevada de contaminações. A decisão da ONU chega num momento importante da luta contra a doença. Esta semana, foi publicado um estudo científico segundo o qual um gel de aplicação vaginal contendo concentração de 1% do remédio antirretroviral tenofovir pode reduzir o risco de uma mulher contrair o vírus causador da aids, o HIV, até 54%. Realizado com 889 mulheres sul-africanas sexualmente ativas de idade entre 18 e 40 anos, o gel mostrou uma eficácia média de 39% em todo o grupo estudado, chegando a 54% entre as mulheres que seguiram as orientações de aplicação ao pé da letra. Num benefício colateral inesperado, o gel também reduziu em mais de 50% a incidência de herpes genital. Este é o primeiro gel antimicrobiano a se mostrar eficaz contra o HIV. Fórmulas diferentes já haviam sido testadas anteriormente, sem sucesso. DIÁRIO DE NATAL JANUÁRIO CICCO ESTÁ COM UTI SOBRECARREGADA Por causa do problema, gêmeos tiveram que ser separados O caos da saúde pública do estado também atinge os recém-nascidos. Na maternidade Januário Cicco a capacidade é para dez bebês, mas na tarde de ontem a UTI estava com 18 internos. A superlotação causa situações como a de dois bebês gêmeos, que nasceram prematuros na Januário Cicco e foram direto para a UTI. Por falta de vagas, tiveram que ser separados: um foi transferido para o Hospital Santa Catarina e o outro permaneceu na maternidade. A superlotação aumenta o risco de morte e de infecção hospitalar e prejudica o atendimento, já que os médicos ficam sobrecarregados. Segundo funcionários que pediram para não ser identificados, a UTI estava com 15 recém-nascidos na segunda-feira e na terça o número subiu para 18. Pelo menos três bebês foram transferidos para outros hospitais como o Santa Cataria e o Hospital Pediátrico. A superlotação tem causado falta de material e de medicamentos. "Oficialmente, temos 10 leitos na UTI, mas conseguimos atender até 13 sem grandesproblemas, mas 18 é uma demanda muito grande, fica complicado para os médicos, para os enfermeiros e principalmente para os bebês que não vão ter o atendimento devido. Faltam leitos em todo o estado, nós não podemos deixar um bebê morrer, a gente 'imprensa' aqui e dá um jeitinho", disse um funcionário. O diretor da Januário, Kleber Morais, disse conhecer a situação e irá se reunir com a equipe médica para saber quais os fatos que desencadearam-na, se é circunstancial ou se pode continuar acontecendo, para então tomar as providências. "Nós temos um planejamento para atender 10 bebês, a partir do momento que esse número sobe para 18 é natural que o atendimento seja prejudicado. A situação é preocupante, nós estamos fazendo o máximo para atender a todos, mas também temos um limite, e estamos trabalhando muito acima desse limite. Mas o problema vai além do simples desejo de resolver, depende de medidas maiores, de decisões de gestores públicos estaduais e municipais", disse Dr. Kléber Morais. GAZETA DO OESTE SINDISAÚDE REÚNE AGENTES E DISCUTE PROPOSTA Representantes do Sindicato dos Servidores da Saúde (SINDISAÚDE) se reuniram nesta semana, no Palácio da Resistência com Francisco Carlos, secretário de Cidadania, Jaqueline Amaral, gerente da Saúde e Gustavo Rosado, secretário-chefe do Gabinete da Prefeita, para discutir questões referentes aos agentes de saúde e de endemias do município. De acordo com João Morais, presidente do Sindisaúde, Regional Mossoró a reunião foi produtiva. "A Prefeitura apresentou propostas e foi aberto o diálogo, o que é bom", analisou o sindicalista. "Alguns profissionais estão tendo problema com relação ao recebimento do auxílio transporte. E durante a reunião, a Prefeitura solicitou ao sindicato que faça levantamento dos trabalhadores que têm problemas em receber e encaminhe à secretária de Saúde para que a situação seja resolvida", comentou João. Ele acrescenta que o enquadramento dos agentes de saúde e de endemias no Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) feito pela Prefeitura não está correto. "Eles pediram que o Sindicato faça levantamento da documentação dos profissionais que estão enquadrados errados e encaminhe para a Prefeitura para fazer o enquadramento correto. E nós esperamos mandar todo os documentos o mais tarde na próxima semana", comentou Morais. O sindicato também reivindicou melhores condições de trabalho para os agentes. "Quanto ao fornecimento de protetor solar e farda aos trabalhadores está praticamente tudo resolvido, segundo Jaqueline Amaral", disse. Nesta quinta-feira, dia 22, o Sindisaúde convocará a categoria para apresentar o que foi discutido e os encaminhamentos tirados na reunião com a Prefeitura. A reunião ocorrerá às 9h na sede do Sindicato. CORREIO DA TARDE AUTONOMIA FINANCEIRA NOS HOSPITAIS ESTADUAIS O Governo do Estado está garantindo autonomia financeira para dez hospitais da rede estadual. O programa de autonomia financeira dá ao hospital condições para resolver, de forma ágil, problemas e necessidades que surgem em seu cotidiano. O hospital Nelson Inácio dos Santos, de Açu, está ingressando este mês no programa que é coordenado pela Secretaria Estadual de Saúde Pública. As outras unidades estaduais que já contam com autonomia financeira são: Giselda Trigueiro (Natal), Tarcísio Maia (Mossoró), Walfredo Gurgel (Natal), Santa Catarina (Natal), Cleodon Carlos (Pau dos Ferros), Maria Alice Fernandes (Natal), João Machado (Natal), Centro Reprodutivo Leide Morais (Natal) e Dioclécio Marques (Parnamirim). O programa de autonomia financeira representa repasses da ordem de R$ 50 milhões por ano para os hospitais. Esses recursos fazem parte do orçamento geral da Saúde Estadual. "A descentralização é feita através de dotação orçamentária aos hospitais que passam a condição de unidades gestoras", informa o secretário de planejamento e gestão da Secretaria de Saúde, Eduardo Benevides de Oliveira. A autonomia financeira abrange os serviços básicos da unidade hospitalar. Com a autonomia, os hospitais poderão comprar insumos em geral, consertar veículos e equipamentos, fazer pequenos reparos, e realizar outros serviços necessários ao seu dia a dia. "Com a autonomia financeira, que estamos tornando possível, a grande beneficiada é a população na medida em que a própria direção do hospital passa a ter condições de resolver situações de emergência com a rapidez necessária para o bom andamento dos serviços oferecidos", destacou o governador Iberê Ferreira. Os 22 hospitais pertencentes à rede estadual de saúde contam com autonomia administrativa. O outro passo na descentralização da gestão na Saúde Pública, a autonomia financeira, já é uma realidade para 10 unidades hospitalares. EQUIPAMENTOS DO HOSPITAL TARCÍSIO MAIA VOLTAM A FUNCIONAR Dois equipamentos indispensáveis no Hospital Regional Tarcísio Maia - o tomógrafo e o raio-x de grande porte - quebrados desde o último final de semana, voltaram a funcionar na manhã de hoje. Segundo informações repassadas pelo diretor daquela Unidade Hospitalar, Marcelo Duarte, todos os esforços foram feitos para que o prejuízo à população fosse o menor possível. "A pane no tomógrafo aconteceu no último domingo devido uma queda brusca de energia. Desde então foi feito um contato com a empresa Siemes do Brasil para que a solução fosse tomada o mais rápido possível, visto que o hospital tem uma necessidade singular desse aparelho e como só temos um, quando problemas como esse acontece, esse serviço fica descoberto", explicou Marcelo Duarte. No caso do raio-x, segundo ele, em virtude do hospital possuir outros dois aparelhos de menor porte, o serviço não chegou a parar. "Graças a Deus no caso do aparelho de raio-x o serviço não chegou a parar, visto que o hospital possuiu duas unidades de raio-x de pequeno porte e esses passaram a ser utilizados. Mesmo assim a máquina já está consertada e a população já esta recebendo esse serviço novamente", esclareceu. Marcelo destaca ainda a forma como vem conduzindo os problemas no Hospital, visto que é de interesse de toda a comunidade. "Tenho buscado manter a sociedade sempre informada dos problemas que acontecem no HRTM, utilizando, praticamente, todos os meios de comunicação. Mesmo assim, acho que as pessoas precisam entender que em casos como esses, não se tem muita coisa a fazer", coloca. Sobre a falta de médicos especialistas, o diretor do hospital é enfático "A carência de profissionais especializados é enorme em nossa cidade. Para se ter uma idéia, um dos anestesistas do HRTM entrou de férias e eu não tenho outro profissional para substituí-lo. Ou seja, dos meus sessenta plantões do mês de julho, cinco estarão descoberto por falta de profissional", ressalta. Para Marcelo Duarte o fato do governo do Estado ter dado inicio a convocação dos aprovados no último concurso da saúde poderá aliviar a situação do Tarcísio Maia. "A nossa expectativa é que com a contratação dos aprovados no concurso da saúde a nossa situação se torne um pouco mais confortável. A previsão é que até setembro a escala de serviços apresente uma melhora considerável", completou. Sobre algumas críticas feitas à administração do HRTM, Marcelo Duarte ressalta "O que temos buscado é administrar as dificuldades encontradas nessa unidade de saúde. Mas as pessoas precisam entender que máquinas podem dar defeitos e a falta de médicos é um problema que envolve vários fatores para poder ser resolvido e esses problemas acabam prejudicando o andamento do hospital", desabafou. ATENDIMENTO MÉDICO SUSPENSO EM POSTO DE SAÚDE DE FELIPE CAMARÃO A Unidade básica de saúde de Felipe Camarão III está sem atendimento médico há semanas, devido as condições precárias do prédio. O Conselho Regional de Medicina proibiu os médicos de realizar qualquer procedimento nas condições atuais. Hoje (21) foi realizada uma reunião, com os funcionários da unidade, para definir diretrizes e buscar soluções para os problemas. O posto de saúde atende uma população de 15 mil pessoas. Sem condições mínimas de serviço as equipes do Programa de Saúde da Família estão trabalhando fora do foco principal do programa. A diretora da unidade, Helenita Felix, diz que os atendimentos são precários, pois há problemas com a instalação elétrica, hidráulica e na estrutura do prédio, como infiltrações e mofo nas paredes. "O CRM veio avaliar as condições que os médicos trabalhavam e proibiu qualquer atendimento, desde então, estamos funcionando apenas com serviços da enfermagem", afirmou. "Estamos pedindo aos padres e pastores da comunidade para que nos cedam salas para podermos realizar os atendimentos até que alguma providencia seja tomada. Os funcionários reclamam que muitas vezes, dois médicos são obrigados a atender em uma única sala por falta de espaço. Eles contaram também que as equipes do PSF não estão trabalhando na sua principal função que é tratar o paciente dentro de casa, identificando possíveis doenças que serão tratadas nas unidades de saúde, pelos profissionais de lá. De acordo com a diretora, o secretário adjunto de saúde, Sérvulo Medeiros, compareceu a unidade com uma equipe para avaliar a situação e prometeu fazer a reforma o mais rápido possível, mas não estipulou prazo. "Apesar de tudo estamos funcionando em horário normal, apenas os médicos é que não estão atendendo", disse. Os vândalos são outro problema. "Só do mês passado pra cá, já perdemos duas geladeiras de vacina, por que estão quebrando o registro de energia", contou uma funcionária. A população reclama porque não tem acesso ao atendimento médico. "Dizem que a falta de atendimento é por causa das condições do prédio, falta de medicamentos e equipamentos. Quando vão resolver esse problema?", questionou uma moradora. O Conselho Regional de Enfermagem esteve na unidade avaliando as condições da estrutura e de trabalho dos enfermeiros, e estes poderão também ser proibidos de atender, o que causará ainda mais revolta na população. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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