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POSTOS ESTÃO SEM MEDICAMENTOS - Leia mais notícias no Clipping Cremern 16/07/2010
TRIBUNA DO NORTE POSTOS ESTÃO SEM MEDICAMENTOS A empregada doméstica Maria Isabel de Lira não estranha mais as crises de epilepsia do filho mais velho. Há dias em que o rapaz de 21 anos tem até duas delas. A rotina da família simples da Redinha Velha não precisaria ser marcada pela epilepsia, não fosse a ausência do medicamento Depakene nos postos de saúde da zona Norte. Há pelo menos três meses, Maria Isabel não consegue retirar o Depakene na Policlínica da Zona Norte, segundo o que a mesma relatou. Como ganha apenas R$ 200, ela também não tem como comprar as duas caixas necessárias de Depakene todos os meses. E as crises continuam. A situação da empregada doméstica é semelhante ao que passam milhares de pessoas periodicamente na rede municipal de saúde. O abastecimento de insumos, material de limpeza e medicamentos é feito de forma irregular. A quantidade de material nunca é suficiente e a falta de alguns itens é praticamente permanente, denunciam o Conselho Municipal de Saúde, profissionais de saúde e pacientes. “Quando chega alguns itens, passa a faltar outros”, essa foi a frase mais ouvida pela reportagem que conversou com alguns dos farmacêuticos responsáveis pelas farmácias dos postos de saúde ontem pela manhã. A descontinuidade do abastecimento afeta tratamentos importantes, como de diabetes e hipertensão. Propanolol, Captotril, Glibenclamida. Esses são alguns dos nomes de remédios em falta há meses na rede municipal. Os dois primeiros combatem a hipertensão e o último é usado para conter o diabetes. “Sem dúvida são medicamentos muito importantes, justamente porque os pacientes não podem parar de tomar ou terão problemas graves de saúde”, reconhece a diretora da Policlínica da Zona Norte, Maria de Fátima de Sousa. Antidepressivos e outros remédios tarja preta também estão em falta, como o Rivotril 2 mg e a Amitriptilina – esse último não é comprado pela Secretaria Municipal de Saúde há um ano e meio. Os locais visitados pela reportagem foram as zonas Norte, na Policlínica, e Oeste, na Unidade de Saúde de Cidade Nova. As duas regiões são marcadas por abrigar uma população, na maioria dos casos, sem condições de bancar o tratamento com dinheiro do próprio bolso. É o caso de Leonete Gerônimo, de 65 anos. Ela tem problemas de coração e toma antidepressivos. “Nunca tem o meu remédio aqui. A fisioterapia está parada e estou esperando um exame de vista há seis meses”, diz Leonete, que acrescenta gastar pelo menos R$ 80 por mês com medicamentos. Os afetados pelo abastecimento irregular não são apenas os insumos mais caros. Desde a última segunda-feira não há gaze e esparadrapo no Posto de Saúde de Cidade Nova. Os curativos, por consequência, estão suspensos. “Faz pelo menos um ano e meio que a situação piorou, com falta de insumos constante”, aponta Jaldisia Calvante, enfermeira do posto de saúde. E complementa: “Material de limpeza como desinfetante e papel-toalha também falta com frequência”. Burocracia emperra compra dos remédios A empregada doméstica Maria Isabel de Lira não estranha mais as crises de epilepsia do filho mais velho. Há dias em que o rapaz de 21 anos tem até duas delas. A rotina da família simples da Redinha Velha não precisaria ser marcada pela epilepsia, não fosse a ausência do medicamento Depakene nos postos de saúde da zona Norte. Há pelo menos três meses, Maria Isabel não consegue retirar o Depakene na Policlínica da Zona Norte, segundo o que a mesma relatou. Como ganha apenas R$ 200, ela também não tem como comprar as duas caixas necessárias de Depakene todos os meses. E as crises continuam. A situação da empregada doméstica é semelhante ao que passam milhares de pessoas periodicamente na rede municipal de saúde. O abastecimento de insumos, material de limpeza e medicamentos é feito de forma irregular. A quantidade de material nunca é suficiente e a falta de alguns itens é praticamente permanente, denunciam o Conselho Municipal de Saúde, profissionais de saúde e pacientes. “Quando chega alguns itens, passa a faltar outros”, essa foi a frase mais ouvida pela reportagem que conversou com alguns dos farmacêuticos responsáveis pelas farmácias dos postos de saúde ontem pela manhã. A descontinuidade do abastecimento afeta tratamentos importantes, como de diabetes e hipertensão. Propanolol, Captotril, Glibenclamida. Esses são alguns dos nomes de remédios em falta há meses na rede municipal. Os dois primeiros combatem a hipertensão e o último é usado para conter o diabetes. “Sem dúvida são medicamentos muito importantes, justamente porque os pacientes não podem parar de tomar ou terão problemas graves de saúde”, reconhece a diretora da Policlínica da Zona Norte, Maria de Fátima de Sousa. Antidepressivos e outros remédios tarja preta também estão em falta, como o Rivotril 2 mg e a Amitriptilina – esse último não é comprado pela Secretaria Municipal de Saúde há um ano e meio. Os locais visitados pela reportagem foram as zonas Norte, na Policlínica, e Oeste, na Unidade de Saúde de Cidade Nova. As duas regiões são marcadas por abrigar uma população, na maioria dos casos, sem condições de bancar o tratamento com dinheiro do próprio bolso. É o caso de Leonete Gerônimo, de 65 anos. Ela tem problemas de coração e toma antidepressivos. “Nunca tem o meu remédio aqui. A fisioterapia está parada e estou esperando um exame de vista há seis meses”, diz Leonete, que acrescenta gastar pelo menos R$ 80 por mês com medicamentos. Os afetados pelo abastecimento irregular não são apenas os insumos mais caros. Desde a última segunda-feira não há gaze e esparadrapo no Posto de Saúde de Cidade Nova. Os curativos, por consequência, estão suspensos. “Faz pelo menos um ano e meio que a situação piorou, com falta de insumos constante”, aponta Jaldisia Calvante, enfermeira do posto de saúde. E complementa: “Material de limpeza como desinfetante e papel-toalha também falta com frequência”. SECRETÁRIA DE SAÚDE DE NÍSIA FLORESTA DESMENTE INFORMAÇÕES DE MORTES POR LEISHMANIOSE Em entrevista a TRIBUNA DO NORTE, a secretaria de saúde de Nísia Floresta desmentiu a promotora Heliana Lucena Germano, que publicou, no Diário Oficial, a informação de que foram registrados três casos de morte em humanos pela leishmaniose no município. “Não sei de onde tiraram essa informação. Não temos registro de nenhuma morte por leishmaniose. O que temos são notificações de cães com sorologia positiva para a doença. Por isso que estamos com um trabalho de busca de cães doentes para que eles possam ser sacrificados”, disse a secretária de saúde de Nísia Floresta, Ângela Cristina Nascimento Braz. Até o momento, 74 cães de Pirangi do Sul foram submetidos ao exame, desses 16 tiveram o resultado positivo para a doença e 13 foram sacrificados. “Faltam apenas três que é de uma senhora que não quer entregar os animais para o sacrifício. Foi para tentar pegar esses animais que acionamos o Ministério Público. Já que não temos o poder legal de retirá-los da casa de sua dona”, disse a secretária. A busca por cães doentes também está sendo realizada nas praias de Búzios, Tabatinga, Barreta e Camurupim, mas até agora não foi notificado nenhum caso. Para quem quiser informar locais que abriguem cães doentes a secretaria disponibiliza os telefones: 3277-2305 e 3277-2255. ENDEMIA DE LEISHMANIOSE PROVOCA TRÊS MORTES EM NÍSIA FLORESTA EM 2010 A ocorrência de casos de leishmaniose em pessoas de Nísia Floresta tem preocupado o Ministério Público. Com base em relatos de agente de saúde e considerando o foco no distrito de Pirangi do Sul, o MP recomenda ao prefeito de Nísia Floresta e ao secretário de Saúde do Município que adotem as medidas administrativas necessárias para o combate à leishmaniose visceral, popularmente conhecida como calazar. A recomendação foi publicada no Diário Oficial do Estado de hoje (15). De acordo com as considerações do Ministério Público, um problema recorrente para o enfrentamento da questão atualmente é a recusa por parte dos donos dos animais domésticos infectados em consentirem com a entrega dos animais para eutanásia. Além disso, entre suas considerações, o MP ainda explica que "o Município de Nísia Floresta é altamente endêmico para essa doença, e que só em 2010 já foram comprovados três casos de morte em humanos pela leishmaniose (incluindo uma criança)". Para o MP, ainda, no Rio Grande do Norte, de acordo com o Decreto nº 9.021/1984, a ninguém é permitido criar ou manter animais suspeitos de raiva ou outra doença de notificação compulsória. Portanto, seria necessária a adoção de medidas administrativas de combate à leishmaniose visceral com o uso do poder de polícia, por intermédio da Vigilância Sanitária, ou com a edição de ato que confira às equipes de combate às endemias poder de polícia para essa ação. DIÁRIO DE NATAL SESAP // ENCONTRO DE COMBATE AO CRACK A Secretaria de Saúde do Estado - Sesap promove hoje às 9h o Fórum Estadual Intersetorial de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas. O encontro será realizado no auditório da Sesap reunindo diversas Secretarias e órgãos com o objetivo de propor estratégias. Realizado uma vez por mês, o fórum funciona como um espaço de apresentação de propostas. Segundo Liege na última reunião ocorrida no dia 11 de junho, a Sesap apresentou um conjunto de propostas que vão desde a prevenção, tratamento a reabilitação social aos participantes. Na parte da prevenção, a Saúde terá todo um trabalho em conjunto com a atenção básica que são os PSF (Programa de Saúde da Família) e os NASFs (Núcleos de Apoio à Saúde da Família). NÚMERO DE ABORTOS É PREOCUPANTE NO RN De janeiro a maio foram realizadas mais de 1,5 mil curetagens no estado No Rio Grande do Norte, foram realizadas 4.275 curetagens após aborto só em 2009, o que dá uma média de 356 procedimentos realizados por mês e 11 por dia. De janeiro a maio de 2010, já foram realizados 1.529 procedimentos. Embora o número seja considerado alto, a quantidade de procedimentos realizados nas maternidades do estado, e consequentemente de abortos praticados no RN, pode ser bem maior. Maria do Carmo Lopes de Melo, presidente do Comitê Estadual de Mortalidade Materna, afirma que o número de curetagens pós-aborto no RN é alto e preocupante, e que os procedimentos também são feitos em mulheres que abortaram espontaneamente. Ela também alerta para a falta de dados reais no país e principalmente no estado. Na maioria das maternidades, o sistema não é informatizado e os dados são guardados em pastas. "Infelizmente enfrentamos problemas de subregistro. Nós não temos dados informatizados e temos que olhar dado por dado. Às vezes, não sabemos o número exato de abortos. É uma grande falha nossa". Na última semana, o Instituto do Coração (InCor), da Universidade de São Paulo, divulgou uma pesquisa, segundo a qual a curetagem após aborto foi a cirurgia mais realizada no Sistema Único de Saúde (SUS) entre 1995 e 2007. Com base em dados do Ministério da Saúde, os pesquisadores analisaram mais de 32 milhões de procedimentos nesse período. Entre os 1.568 tipos de procedimentos avaliados, as curetagens ficaram na frente, com 3,1 milhões de registros. Em seguida, vieram as cirurgias para correção de hérnia (1,8 milhão), retirada de vesícula (1,2 milhão), plástica de vagina e períneo (1,1 milhão) e retirada do apêndice (923 mil). Ficaram de fora cirurgias cardíacas, partos e pequenas intervenções que não exigem a internação do paciente. Segundo o Ministério da Saúde, a maioria das curetagens realizadas é resultado de aborto provocado. Embora não represente nem 1/3 do número de partos realizados nas três maternidades que realizam o procedimentoem Natal, o número de curetagens após aborto, e consequentemente, de abortos é alto na cidade. Só na Maternidade Escola Januário Cicco, foram realizadas 1.440 procedimentos em 2009. Nos primeiros quatro meses de 2010, foram realizadas 538. A média de curetagens após aborto na Januário Cicco é de 100 a 190 por mês. A de partos, entre cesáreas e partos normais, é de 300 por mês. No Hospital Santa Catarina foram realizadas 691 curetagens pós aborto em 2009. De janeiro a maio de 2010, foram 248. Na Maternidade Municipal Professor Leide Morais, foram 484 curetagens em 2009 e 304 nos primeiros quatro meses de 2010. SAÚDE // DIA DO HOMEM É COMEMORADO O dia foi de festa no Centro de Saúde Reprodutiva Leide Morais. Balões azuis, cartazes e um clima de muita animação e gentileza invadiram o ambiente e todos os funcionários e pacientes que chegavam ao local. Tudo isso para lembrar o Dia Internacional do Homem, comemorado ontem. Pensando em chamar a atenção para os cuidados com a saúde, o Leide Morais organizou uma série de atividades como medição de glicemia, colesterol total, triglicérides, PSA (exame que detecta a possível ocorrência de câncer), VDRL (permite o diagnóstico de sífilis), teste rápido para HIV e verificação de pressão arterial. O ponto médico distribui preservativos, folhetos e realizou uma série de palestras sobre DST, doenças cardiovasculares, câncer de próstata, entre outros. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) tem investido na implantação da Política de Saúde do Homem, a fim de que eles se sintam incluídos pelo sistema de saúde e encorajados a manter hábitos saudáveis e procurar atendimento. Gilson Luiz, 48, um dos presentes no Leide Moraes, aprovou a iniciativa. "Os homens só procuram os médicos quando estão com alguma doença grave e é importante se prevenir pra evitar problemas de saúde." LIVROS DIDÁTICOS // HOSPITAL PSIQUIÁTRICO PROMOVE ARRECADAÇÃO O Hospital Psiquiátrico Severino Lopes iniciou está promovendo uma campanha de doação de livros paradidáticos com o propósito de renovar o acervo da biblioteca. A arrecadação também tem como objetivo a realização da semana de incentivo à leitura, de 19 a 23 de julho, e estimular, entre os pacientes, o gosto pela leitura, além de oferecer-lhes mais uma opção de atividade terapêutica. O hospital presta assistência a 200 pacientes, em média, que são ajudados a superar transtornos mentais de diferentes tipos e, também, dependência química. Além dos tratamentos psiquiátricos, os pacientes contam com projetos educativos e de lazer e entretenimento como alfabetização, caminhadas, passeios, bingos e confraternizações. Tais atividades só podem realizar-se através do apoio da comunidade que, além dos livros, pode doar roupas usadas, alimentos, brindes para os bingos ou mesmo colaborar financeiramente com o hospital. Thélia Paiva, assistente social do hospital, enfatiza a importância da leitura como sendo mais uma modalidade de atividade para os pacientes. Ela afirma que "a leitura é uma porta de acesso à realidade, ajudando os pacientes a ver a sociedade com outros olhos, além de situá-los e integrá-los na atual situação política e social com a qual convivem". Para contribuir com a campanha, basta efetivar a doação no próprio hospital, que fica na Avenida Romualdo Galvão, 1402, ou entrar em contato pelo telefone 4005-3279. GAZETA DO OESTE SESAP DISCUTE FORMAS DE ENFRENTAMENTO AO CRACK A Secretaria de Saúde do Estado (SESAP) promove nesta sexta-feira, a partir das 9h, o Fórum Estadual/ Intersetorial de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas. O encontro será realizado no auditório da Sesap reunindo diversas secretarias e órgãos do Estado com o objetivo de propor estratégias intersetoriais para o enfrentamento ao crack no Rio Grande do Norte. Realizado uma vez por mês, o Fórum funciona como um espaço de apresentação de propostas para o enfrentamento do problema. Criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, através do decreto presidencial nº 7.179, em 20/05/2010, o Plano tem como base a integração das ações nas áreas de saúde, educação, assistência social, cultura e segurança pública. De acordo com a coordenadora do Programa Estadual de Saúde Mental, Liege Uchoa Azevedo de Araújo, o Estado do Rio Grande do Norte possui uma política para a área do álcool e outras drogas e pretende socializar para tornar as ações mais integradas e fortalecidas, por meio da participação dos mais diversos órgãos públicos e sociedade civil organizada. Segundo Liege, na última reunião ocorrida no dia 11 de junho, a Sesap apresentou um conjunto de propostas que vão desde a prevenção, tratamento a reabilitação social aos participantes. Na parte da prevenção, a Saúde terá todo um trabalho em conjunto com a atenção básica que são os Programa de Saúde da Família (PSF) e os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs). Na área de tratamento, a proposta é a ampliação dos Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e outras Drogas (CAPSad), criação de CAPSad 24 horas; leitos integrais em hospitais gerais, bem como a instalação em cada região de pelo menos um hospital de referência com leitos integrais para o tratamento dos dependentes. Além disso, a Sesap ainda propôs o acolhimento transitório ou noturno. Esses locais vão servir para abrigar o dependente na parte da noite, a partir de consultórios de rua itinerantes, propiciando realizar ações no próprio território onde a problemática é mais constante. Já com relação à reabilitação, a Sesap pretende, em parceria com outros órgãos, construir possibilidades para a pessoa não perder os seus vínculos sociais e seu lugar na cidadania. Esse trabalho tem o objetivo de provocar a reinserção do dependente na sociedade, com atividades culturais e recreativas. Segundo Liege várias propostas feitas pela Sesap já estão em execução nos municípios de Ceará-Mirim, Nova Cruz, Parnamirim e Macau, que já receberam recursos para implantação dos Caps. O MOSSOROENSE LIGA CONTRA O CÂNCER COMEMORA 61 ANOS DE ATIVIDADE A Liga Norte-rio-grandense Contra o Câncer, referência em tratamento do câncer no Rio Grande do Norte e no Nordeste, completa 61 anos neste sábado, 17 de julho. Compromisso social é o emblema que a instituição carrega desde 17 de julho de 1949, época em que foi fundada. A democratização do atendimento e o fácil acesso à medicina especializada são as diretrizes que sustentam a Liga. "Apesar das dificuldades financeiras inerentes ao perfil e ao projeto da Liga Contra o Câncer, que conjuga sofisticação técnica com filantropia, a instituição chega aos 61 anos com motivos para comemorar", observa Roberto Sales, superintendente da Liga. Formada por cinco unidades - Centro Avançado de Oncologia - Cecan, Hospital Dr. Luiz Antônio, Policlínica, Casa de Apoio Irmã Gabriela e Hospital Geral do Seridó - a Liga disponibiliza um variado leque de serviços aos pacientes. Radioterapia, medicina nuclear, diagnóstico por imagem, quimioterapia, ambulatórios, laboratórios de análises clínicas, citologia e de patologia clínica, consultórios odontológicos, leitos de UTI e internação, salas de cirurgia, entre vários outros, são exemplos de serviços oferecidos pela instituição, cuja estrutura vem crescendo a cada ano e ganhando qualidade no atendimento, no corpo clínico e no volume de tratamento. São realizados mais de 55 mil procedimentos por mês, dos quais mais de 73% são destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Com a arrecadação oriunda do trabalho e de doações, a Liga destina, atualmente, metade dos atendimentos a pacientes da capital e outra parte a pacientes dos demais municípios do Estado. Mensalmente, a instituição diagnostica 474 novos casos de câncer, realiza 13.524 aplicações de Radioterapia, 2.658 aplicações de quimoterapia, 719 cirurgias, e matricula 2.651 novos pacientes. Unidade atua com serviços diversificados Entre o leque de serviços oferecidos pela instituição, é possível destacar a radioterapia, que funciona com equipamento de ponta das 5h às 23h, e que colocou em funcionamento este ano um novo acelerador linear, um investimento de R$ 1 milhão e 800 mil que permite a realização de até 100 procedimentos por dia. No setor de imagem, foi adquirido há poucos dias um aparelho de Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET SCAN), equipamento que utiliza a tecnologia mais moderna oferecida no mercado, com imagens de alta definição e alto contraste. Único no Estado, o aparelho, no valor de R$ 2 milhões e 840 mil, foi adquirido com recursos próprios. "A chegada do PET confirma a condição de excelência da Liga Contra o Câncer. É motivo de orgulho dizer que o Rio Grande do Norte tem um dos melhores centros de oncologia do Brasil", afirma o superintendente. A instituição possui também um aparelho de esterilização por peróxido de hidrogênio, procedimento moderno para esterilizar materiais hospitalares. É capaz de purificar quase todos os materiais utilizados em hospital, incluindo os termosensíveis, tudo isso sem agredir o meio ambiente. Além disso, os aparelhos de ressonância magnética e ultrassonografia para tratamento oncológico e o Depecom, departamento gestor da área de ensino e pesquisa, também merecem destaque. Outro exemplo de pioneirismo é a construção de uma unidade no Seridó, localizada em Caicó. A nova sede vem para beneficiar a população dos 25 municípios que compõem aquela macrorregião, de modo a interiorizar o atendimento, um sonho antigo da Liga. A unidade terá os setores de oncologia clínica (quimioterapia), além do atendimento ambulatorial em mastologia, cabeça e pescoço, urologia e cirurgia-geral, e disponibilizará ainda uma estrutura completa para cirurgias, com 50 leitos para internação, dos quais oito são direcionados para a UTI. CIDADE DO ASSÚ PODE REATIVAR CENTRO PARA TRATAMENTO DE PACIENTES RENAIS CRÔNICOS ASSÚ - As gestões empreendidas pelo prefeito Ivan Lopes Júnior (PP) estão permitindo que a unidade de diálise existente no município e que atualmente está inativa possa ser restabelecida e, consequentemente, seja criada a condição para que portadores de doenças renais crônicas possam se submeter ao tratamento especializado na própria cidade. O secretário municipal de Saúde, Jader Torquato do Rego Neto, frisou que este foi um esforço ao qual o prefeito vem se dedicando desde o ano passado. O secretário declarou que, desde 2009, o prefeito expressou sua preocupação no sentido de restabelecer um canal de diálogo com os proprietários do centro de diálise no intuito de fazê-lo voltar a funcionar. "Esta foi uma questão na qual o prefeito vem se dedicando incansavelmente desde o começo da administração e, graças a Deus, o fruto de seu empenho dará resultados", atestou Jader Torquato. O auxiliar antecipou que a expectativa é que a unidade de diálise volte a operar integralmente a partir do dia 2 de agosto. O prefeito Ivan Júnior registrou que, inegavelmente, com o restabelecimento da unidade de diálise em Assú haverá mais oferta de conforto, comodidade e segurança aos pacientes portadores de doenças renais crônicas do município que, atualmente, têm que ser deslocados para outros centros - Mossoró e Natal - para submeterem-se ao tratamento necessário. Hoje, o translado dos pacientes para estes centros, com acompanhamento profissional, é totalmente custeado pelo poder público, segundo disse o secretário de Saúde. Qualidade em atendimento é apontada como prioridade Segundo o secretário de saúde da cidade de Assú, Jader Torquato, o prefeito Ivan Lopes tem destacado a importância de garantir a qualidade no atendimento aos pacientes renais crônicos da cidade de Assú. "O prefeito sempre orientou no sentido de que pudesse ser oferecido um atendimento mais qualificado a este público", reiterou Jader Torquato. A fim de dar celeridade à preparação para que os hemofílicos, diabéticos e hipertensos possam dispor do atendimento especializado em Assú, o município promoveu o Pregão Presencial nº 096/2010 objetivando a contratação da empresa que prestará atendimento clínico-nefrológico e acompanhamento aos pacientes. O Pregão habilitou a empresa Clínica Médica Fisiofono Ltda. A contratação representará um investimento mensal R$ 7.450,00. O ato de homologação do Pregão foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) de terça-feira, 13. AREIA BRANCA SE DESPEDE DO MÉDICO E EX-VEREADOR QUE PRESTOU SERVIÇOS À POPULAÇÃO POR MEIO SÉCULO AREIA BRANCA - Faleceu ontem, 15, por volta das 10h30, no Hospital Wilson Rosado, em Mossoró, o médico aposentado Wilon Alves Cabral, 86 anos. Desde a semana passada ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) daquela unidade hospitalar, depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O corpo chegou por volta das 16h à residência da família, na avenida Deputado Manoel Avelino, onde permaneceu até as 7h desta sexta-feira, 16, sendo levado para o salão principal do Palacete Municipal Cel. Fausto, sede do Executivo, onde será velado até as 10h de hoje. Em seguida, será levado para a igreja matriz para a missa de corpo presente. De lá, sairá o cortejo fúnebre para o Cemitério Público São Sebastião, onde ocorrerá o sepultamento. O dr. Wilon Cabral, como era mais conhecido, estava na UTI do Hospital Wilson Rosado, em Mossoró desde o último dia 12, depois de sofrer duas paradas cardíacas que o deixaram em coma por três dias. Apesar do estado de saúde debilitado e das remotas possibilidades de recuperação, conforme relato de familiares, a morte do médico causou comoção por se tratar de pessoa bem relacionada nos meios político e social da cidade. Logo que soube do ocorrido, o prefeito Manoel Cunha Neto, "Souza" (PP), lamentou a morte do areia-branquense ilustre e decretou luto oficial por três dias. Amigos e pessoas que conviveram com o médico disseram se tratar de um homem íntegro, profissional dedicado e que por mais de 50 anos exerceu com afinco a profissão que abraçou. Areia-branquense desenvolveu atividades diversificadas O falecido médico exerceu a atividade ao longo de 57 anos, tendo sido diretor do Hospital/Maternidade Sara Kubitschek, professor do município e perito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No final da década de 80, encorajado por amigos e importantes lideranças políticas da época, enveredou pela política. Na campanha eleitoral de 1988 foi eleito vereador e no biênio 1991-1992 presidiu a Câmara Municipal de Areia Branca. Quer fosse na medicina, quer fosse na política, o médico Wilon Cabral sempre fora alvo de muitas homenagens. Uma das mais significativas nos últimos anos ocorreu em maio de 2008, quando o então presidente da Câmara Municipal de Areia Branca, vereador Francisco Lopes da Silva, "Chico Lopes" (PTB), criou a Sala de Leitura Vereador Wilon Alves Cabral, que funciona no Telecentro de Informática José Jaime Rolim. O espaço funciona até hoje como biblioteca, com um vasto acervo para pesquisas e estudos por parte de alunos e a comunidade em geral. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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